
Realidade Cruel
Realidade Cruel
Violência e denúncia social em “Realidade Cruel”
A música “Realidade Cruel”, do grupo Realidade Cruel, retrata de forma direta o cotidiano das periferias brasileiras, destacando o ciclo de violência, injustiça e a relação tensa entre moradores e a polícia. Um ponto central da letra é mostrar que o envolvimento com o crime, muitas vezes, não é uma escolha, mas sim resultado das condições sociais e da falta de oportunidades. Isso fica claro no verso: “mais um jovem humilde no crime sangue bom, pai de família, mas não tinha outra opção”, que evidencia como o desespero e a ausência de alternativas levam muitos a caminhos perigosos, reforçando a crítica social do grupo.
A canção também denuncia a brutalidade policial e a impunidade, com cenas como “a viatura sai fora, mais um mano deitado” e “a polícia destrói a favela”, mostrando a violência recorrente nas comunidades. O refrão “ritual de sangue e ato criminal, cerimônia da periferia aqui o destino é fatal” resume a rotina de tragédias, quase como um ciclo inevitável imposto pela estrutura social. Termos fortes como “filhos da puta arrombados” expressam a revolta contra a polícia, enquanto relatos de mães chorando e amigos perdendo a vida reforçam o clima de tristeza e alerta. O Realidade Cruel utiliza a música como denúncia e também como um conselho para os jovens, alertando sobre os riscos do crime e da violência, sem romantizar ou simplificar a realidade enfrentada nas periferias.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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