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Saudade e exílio em "Che Pyhare Mombyry" de Rigoberto Arévalo

"Che Pyhare Mombyry", interpretada por Rigoberto Arévalo y Su Trío de Siempre, aborda de forma direta o impacto emocional da distância da terra natal. A letra destaca como o afastamento de casa pode se tornar uma espécie de prisão emocional, especialmente para quem tem uma ligação profunda com suas raízes. O verso “Porque me siento morir en la lejana prisión / Pues ya no me alumbra el Sol de tu tierra guaraní” (“Porque me sinto morrer na prisão distante / Pois já não me ilumina o Sol da sua terra guarani”) deixa claro o sofrimento do exílio, onde a ausência do sol paraguaio representa a falta de calor humano, identidade e pertencimento. O termo “prisión” reforça a intensidade desse sentimento, mostrando que a saudade vai além da nostalgia e se transforma em confinamento emocional.

A canção foi composta para expressar a saudade de Asunción, capital do Paraguai. A lua, mencionada em “quisiera ver esa Luna / Que con su luz acaricia a mi hermoso Paraguay” (“queria ver essa Lua / Que com sua luz acaricia meu belo Paraguai”), simboliza o elo entre o cantor e sua pátria. Mesmo longe, a luz da lua é vista como um carinho que atravessa fronteiras, mantendo viva a conexão com o país. A melodia tradicional e as harmonias vocais do trio reforçam esse sentimento coletivo de saudade, tornando a música um símbolo para todos que vivem longe de casa e sentem o desejo de retorno.

Composição: Augusto Ramón González. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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