
O Grito da Galera
Rionegro & Solimões
Tradição e modernidade no rodeio em “O Grito da Galera”
A música “O Grito da Galera”, de Rionegro e Solimões, retrata de forma clara a convivência entre tradição e modernidade no universo dos rodeios. Logo no início, versos como “Meu chapéu da aba larga 30x cor de carvão / Esconde o meu olhar morteiro, carregado de paixão” mostram o orgulho pelas raízes sertanejas, destacando símbolos clássicos do peão. Ao mesmo tempo, trechos como “no som da caminhonete tô ouvindo um batidão” e “Eu sou um peão moderno, eu tô por dentro, eu tô na moda” evidenciam como o peão atual incorpora elementos contemporâneos, sem perder sua identidade tradicional. Essa combinação reforça a ideia de que a cultura do rodeio se adapta ao tempo, mantendo-se viva e próxima das novas gerações.
A coletividade e a emoção compartilhada são centrais na letra, especialmente no refrão: “Aumente o som, eu quero ouvir o grito da galera / Hoje é dia de rodeio, solte sua emoção”. A música convida o público a participar ativamente da festa, mostrando que a força do rodeio está na energia coletiva. O convite para “sapatear, bater palma e quebrar tudo por paixão” reforça o clima animado e a união que marcam esses eventos. Assim, Rionegro e Solimões celebram o espírito coletivo e apaixonado que move a cultura sertaneja durante as festas de rodeio.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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