
Clima de Rodeio
Rionegro & Solimões
“Clima de Rodeio” e a união entre fé, vaidade e bravura
“Clima de Rodeio”, de Rionegro & Solimões, funciona como um rito coletivo que junta fé, vaidade e bravura na mesma festa. O narrador descreve os rituais do rodeio: “Vejo fogo na arena” sinaliza o espetáculo “coisa de cinema”, “O cavalo a selar” destaca técnica e prontidão, e “Ouço uma oração” traz a busca por proteção. Os símbolos de pertencimento aparecem no visual: “Uma beca invocada” e “Um pingente no chapéu”. Já “Sinto um pedaço do céu” pode traduzir o êxtase após a oração e também a visão das luzes e fogos que transformam a arena. Quando chega o chamado “Alô, galera… Quem gosta de rodeio bate forte com a mão”, o público vira parte do show, reforçando as identidades de “galera de cowboy” e “galera de peão”. “Todo mundo se arrumou”, “Alegria de um país inteiro” e “Festa de interior” mostram a tradição local ampliada para o país todo, unindo trabalhadores do campo e fãs urbanos no mesmo clima de festa.
O contexto reforça essa vocação coletiva: a canção nasceu com Marcelo Kju, foi gravada pelo Dallas Company e, em 2003, ganhou releitura da dupla no álbum Na Sola da Bota, aproximando-os dos ritos do interior que a letra descreve. Em 2025, na nova versão do DVD R&S Ao Vivo em Uberlândia, o refrão repetido prova sua força ao vivo ao criar um ciclo de convocação e resposta; o “bate forte com a mão” vira coreografia de pertencimento. A cada repetição, a plateia se reconhece, a energia se renova e a tradição se transforma em encontro compartilhado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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