
Lágrimas Geladas
Rionegro & Solimões
Solidão e saudade em "Lágrimas Geladas" de Rionegro & Solimões
Em "Lágrimas Geladas", Rionegro & Solimões exploram o impacto devastador da ausência da pessoa amada. A frase "a cama é uma geleira" mostra de forma clara o vazio e o frio emocional que tomam conta do narrador, indo além do desconforto físico para expressar uma solidão profunda. Metáforas como "lágrimas geladas" e o desejo de que "o Sol descesse no meio da madrugada" reforçam que nenhum calor externo – seja cobertor, lareira ou bebida – consegue aquecer o coração quando falta o calor do amor.
A letra retrata o sofrimento de quem foi deixado, sentindo-se rejeitado não só pela pessoa amada, mas também pelo mundo, como em "nenhum boteco me aceita, todo mundo me rejeita". A comparação com "cachorro sem dono" e o diálogo solitário com a Lua no banco frio da praça ampliam o sentimento de abandono. O refrão, com o lamento "ai ai ai, meu amor", destaca a intensidade da dor e da saudade, enquanto versos como "solidão me aperreando, sem pena de mim maltrata" mostram o desespero crescente. Para o narrador, a única esperança de alívio está no retorno do amor perdido, deixando claro que só a presença da amada pode acabar com esse frio e sofrimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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