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A Mão do Tempo (part. Emílio e Eduardo)

Rionegro & Solimões

Saudade e destino em "A Mão do Tempo" de Rionegro & Solimões

"A Mão do Tempo (part. Emílio e Eduardo)", de Rionegro & Solimões, aborda a dor da saudade e a aceitação diante de um amor impossível, temas tradicionais do sertanejo. A letra, composta por José Fortuna e Tião Carreiro, utiliza a metáfora da "mão do tempo" para mostrar que só o tempo pode apagar certas marcas do passado, não a vontade das pessoas. Isso fica claro no trecho: "Apague com a mão do tempo / Os nossos rastros deixados / Como flores que secaram / No chão do nosso passado". Aqui, a imagem das flores secas reforça que, por mais bonito que tenha sido o amor, ele ficou no passado e não pode ser revivido.

A música também destaca o conflito entre desejo e realidade, como em "Por amar quem está distante / E viver com quem não ama", expressando a frustração de quem está preso a uma situação sem saída. A lembrança é tratada como uma sombra persistente, tornando o esquecimento algo quase impossível. O pedido para que a lembrança "não me faça / Querer um amor impossível" mostra o sofrimento causado por memórias que não desaparecem. A comparação com "amar uma estrela / Que foge ao romper da aurora" ilustra a distância inatingível entre os amantes. A colaboração entre Rionegro & Solimões e Emílio & Eduardo reforça o tom nostálgico e reflexivo, valorizando a tradição sertaneja e atualizando seus temas para novas gerações.

Composição: José Forutna / Tião Carreiro. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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