
Guerreiro do Mar
Rita Benneditto
Força ancestral e fé em "Guerreiro do Mar" de Rita Benneditto
"Guerreiro do Mar", de Rita Benneditto, exalta a força e a resiliência inspiradas nas divindades afro-brasileiras, especialmente Ogum e Iemanjá, figuras centrais das religiões de matriz africana. O verso “Quem me dera ser filha de Ogum / Quem me dera ter a sua proteção” expressa o desejo de receber a coragem e a proteção desse orixá guerreiro, tradicionalmente ligado à superação de desafios e à vitória sobre as adversidades. A menção a Ogum vindo de Aruanda, local mítico associado à ancestralidade e à espiritualidade, reforça a conexão com as raízes culturais e a busca por apoio espiritual diante das dificuldades.
A repetição de “Não tem vento forte que derrube o guerreiro / Não tem vento forte que não me faça navegar” transmite uma mensagem de perseverança: mesmo diante de obstáculos, a fé e a força interior permitem seguir adiante. Ao citar Iemanjá, “mulher valente filha de Iemanjá”, a música evoca a proteção materna e a energia do mar, símbolo de renovação e acolhimento. O trecho em iorubá, idioma sagrado das religiões afro-brasileiras, reforça o clima ritualístico e espiritual da canção, conectando a força do guerreiro à ancestralidade e à fé. Assim, "Guerreiro do Mar" celebra coragem, proteção espiritual e superação, homenageando a cultura afro-brasileira e a força de quem enfrenta as tempestades da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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