
Caninha Verde
Roberto Leal
Tradições e alegria rural em “Caninha Verde” de Roberto Leal
“Caninha Verde”, de Roberto Leal, é uma homenagem vibrante às tradições rurais portuguesas, especialmente à dança folclórica conhecida como "cana-verde". O refrão, “Ora vai-te, vai-te tu / Ora vai-te, vai-te nela / A dançar a cana verde / Eu caí numa esparrela”, transmite o clima descontraído das festas de aldeia, onde a dança aproxima as pessoas e cria situações divertidas, como "cair numa esparrela" — expressão que pode indicar tanto um tropeço durante a dança quanto um envolvimento amoroso inesperado.
A letra destaca o valor da vida simples no campo, como nos versos “Dançamos aqui na eira / Até ver raiar o dia” e “Gosto da vida do campo / Gosto da vida da aldeia / Aqui tenho o meu cantinho / Muito amor e a mesa cheia”. Esses trechos reforçam o sentimento de pertencimento, alegria coletiva e valorização das pequenas coisas, como o convívio e a fartura. Referências à “desfolhada” e ao “milho rei” remetem a rituais agrícolas tradicionais, enquanto episódios como o beijo em Maria e o ciúme de Rita trazem humor e leveza às relações interpessoais. Assim, a música retrata de forma animada a cultura popular portuguesa, celebrando a união, a música e a espontaneidade do interior.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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