
La Hija de Juan Simón
ROSALÍA
Dor e luto em "La Hija de Juan Simón" na voz de ROSALÍA
Em "La Hija de Juan Simón", ROSALÍA revisita uma história marcada pela dor e pelo luto. O ponto central da música é a inversão do papel do coveiro: Juan Simón, que sempre enterrou os mortos do povoado, agora precisa sepultar sua própria filha. Esse momento transforma uma tarefa rotineira em um sofrimento pessoal profundo. O trecho “Soy enterra'or, y vengo / De enterrar a mi corazón” (“Sou coveiro, e venho / De enterrar meu coração”) mostra que, ao enterrar a filha, ele também perde a própria alegria de viver, simbolizando uma morte emocional.
A canção, originalmente composta para uma peça teatral em 1930, traz uma atmosfera melancólica e direta, abordando temas como culpa e luto. No verso “Ella se murió de pena / Y yo, que la culpa he si'o / Sé que murió siendo buena” (“Ela morreu de tristeza / E eu, que fui o culpado / Sei que ela morreu sendo boa”), o narrador expressa o sentimento de responsabilidade pela morte da filha, mesmo reconhecendo sua bondade. A interpretação de ROSALÍA destaca a simplicidade e a força da narrativa, aproximando o sofrimento de Juan Simón das experiências humanas de perda e arrependimento. Ao trazer elementos contemporâneos, ROSALÍA mantém a essência trágica da história, tornando-a atual e tocante para novos ouvintes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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