
las guapas no morimos de verdad
RUSLANA (ES)
Resistência e autovalorização em “las guapas no morimos de verdad”
Em “las guapas no morimos de verdad”, RUSLANA (ES) utiliza ironia e metáforas para abordar a força e a resiliência feminina diante das adversidades. O verso “Yo misma faltaré a mi funeral / Las guapas no morimos de verdad” destaca a ideia de que mulheres que se destacam, representadas como “guapas”, não desaparecem de verdade, mesmo após enfrentarem dores e ataques. Aqui, a beleza é símbolo de autoconfiança e resistência, indo além do aspecto físico.
A letra traz imagens de vulnerabilidade e defesa, como em “Dicen que soy de cristal / Que cuando me rompo te puedo cortar” (Dizem que sou de cristal / Que quando me quebro posso te cortar), mostrando que a sensibilidade pode ser tanto uma fraqueza quanto uma arma. Versos como “Apúntame y dispara sin piedad” (Aponte para mim e atire sem piedade) e “No es la primera bala que me da” (Não é a primeira bala que me atinge) reforçam que a protagonista já enfrentou muitos ataques emocionais, mas aprendeu a sobreviver. O tom confessional aparece em “Sé dónde está mi casa / Pero no dónde está mi hogar” (Sei onde está minha casa / Mas não onde está meu lar), revelando uma busca por pertencimento e cura. A música se consolida como um hino de resistência e autovalorização, refletindo a maturidade artística de RUSLANA e sua conexão emocional com o público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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