
Marginal Alado
Sabotage
Superação e irmandade em "Marginal Alado" de Sabotage
Em "Marginal Alado", Sabotage explora o contraste entre a marginalização social e a busca por liberdade. O título já sugere essa dualidade: o "marginal" representa quem vive à margem da sociedade, enquanto "alado" indica a capacidade de se elevar acima das dificuldades. No refrão, Sabotage repete: “Sai voado, tipo marginal alado, mais rápido do que o aço dos ratos”, usando a metáfora do voo para expressar superação, agilidade e a vontade de escapar das armadilhas do cotidiano nas periferias. O termo "alado" reforça a ideia de transcendência, mostrando que, mesmo enfrentando uma realidade dura, é possível buscar novos horizontes.
A letra valoriza a autenticidade e a atitude, características centrais tanto no rap quanto no rock, estilos representados por Sabotage e Charlie Brown Jr. O rapper faz referências diretas a Mano Brown, Mikimba, Nego Aplique e Rappin Hood, destacando o respeito às raízes do rap nacional e à luta coletiva. Quando afirma “Favela pinta um quadro, eu sou Picasso”, Sabotage se coloca como um artista que transforma a realidade difícil em arte, usando a criatividade como forma de resistência. O diálogo com Chorão e a parceria com Charlie Brown Jr. simbolizam a união de diferentes vertentes musicais e sociais, mostrando que, apesar das diferenças, existe uma grande família unida pela música e pela luta diária. Assim, "Marginal Alado" se torna um hino de orgulho, sobrevivência e irmandade para quem enfrenta os desafios da vida urbana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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