Vão Querer Me Internar
Sacal
Resistência e autenticidade em “Vão Querer Me Internar” de Sacal
Em “Vão Querer Me Internar”, Sacal transforma a frase “Eles vão querer me internar” em uma metáfora clara sobre a pressão social para se encaixar em padrões e normas. O artista, que vem da cena alternativa da Paraíba e mistura dancehall com elementos nordestinos, reforça essa resistência ao afirmar “mas eu não vou”. A repetição desse verso destaca o orgulho de ser diferente e a recusa em se submeter, mesmo que isso incomode quem está ao redor.
A letra faz referências diretas ao uso de substâncias, como em “queimando um do bom” e “belota do barro daquele marrom”, gírias ligadas ao consumo de maconha. Sacal também menciona o Haldol, um antipsicótico, para ironizar tentativas de controlar seu comportamento. Ao dizer “mesmo tu sabendo essa porra de droga num é isso que eu quero”, ele critica a medicalização forçada e a tentativa de silenciar sua criatividade. O refrão e os versos sobre curtir a vida, gravar músicas e aproveitar com os amigos reforçam o desejo de viver intensamente, sem se render à repressão ou ao conformismo. A música se apresenta como um manifesto de liberdade pessoal e celebração da diferença, refletindo a trajetória de Sacal e a cultura alternativa que ele representa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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