
Samba-Enredo 1977 - do Cauim Ao Efó, Com Moça Branca, Branquinha
G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro (RJ)
Cachaça e cultura popular em “Samba-Enredo 1977 - do Cauim Ao Efó, Com Moça Branca, Branquinha”
O samba-enredo “Samba-Enredo 1977 - do Cauim Ao Efó, Com Moça Branca, Branquinha”, do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro (RJ), destaca a cachaça como símbolo da cultura popular brasileira. Os apelidos “moça branca” e “branquinha” são usados para se referir à bebida, mostrando seu papel central no enredo e na identidade nacional. A letra valoriza a cachaça não só como uma bebida, mas como elemento que une pessoas, inspira coragem e criatividade, e está presente em diferentes tradições culinárias do país, como “churrasco no sul”, “buchada no norte” e “tutu à mineira”.
O tom do samba é descontraído e festivo, celebrando a diversidade da culinária brasileira e a presença constante da cachaça em momentos de confraternização. Trechos como “Ela dá coragem, dá vantagem, dá inspiração” reforçam a ideia de que a cachaça é vista como fonte de alegria e criatividade. Já a frase “não admite falta de apetite numa refeição” sugere que a bebida é parte essencial dos encontros à mesa. No desfile de 1977, a bateria do Salgueiro se apresentou vestida de cozinheiros, e a cachaça foi representada por Isabel Valença, o que reforçou o tom lúdico e irreverente do enredo, transformando a bebida em personagem central e celebrando sua importância histórica e cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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