
Samba-Enredo 2006 - Microcosmos: o Que Os Olhos Não Vêem o Coração Sente
G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro (RJ)
Reflexão sobre o invisível em “Samba-Enredo 2006 - Microcosmos”
"Samba-Enredo 2006 - Microcosmos: o Que Os Olhos Não Vêem o Coração Sente", do G.R.E.S. Acadêmicos do Salgueiro (RJ), propõe uma reflexão sobre a importância do que não enxergamos no cotidiano. A letra destaca a existência de microrganismos e fenômenos invisíveis, como nos versos “O que sou eu no universo? / Simples ser humano / Grão de areia no deserto / Gota d'água no oceano”, mostrando a humildade diante da imensidão da vida e do universo. O samba reforça o enredo do Salgueiro em 2006, que celebrou a relevância dos pequenos seres e processos que sustentam toda a vida, mesmo sem serem percebidos.
A canção valoriza a beleza e a complexidade do mundo microscópico, ressaltando a “grandiosidade, perfeição” presente em cada detalhe da criação. Ao afirmar “O homem nem nota, há vida em volta”, o samba sugere que a verdadeira magia está nos detalhes que passam despercebidos, e que o equilíbrio do universo depende desses elementos essenciais. A letra também conecta ciência e espiritualidade, como em “E a vida gera vida de valor essencial / Na água, terra e ar / Mantém o equilíbrio universal”, transmitindo respeito e admiração pelo ciclo da vida. O refrão final celebra o papel do Salgueiro como porta-voz dessa mensagem, unindo emoção, mistério e amor em um canto coletivo que valoriza tanto o visível quanto o invisível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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