
A Aranha, o Sapo-Bola e o Tamanduá
Salomão do Reggae
Humildade e crítica social em “A Aranha, o Sapo-Bola e o Tamanduá”
Em “A Aranha, o Sapo-Bola e o Tamanduá”, Salomão do Reggae utiliza animais como símbolos para abordar temas como humildade e crítica à busca por atalhos fáceis. A escolha da aranha, do sapo-bola e do tamanduá traz leveza e humor à música, mas serve para ilustrar situações em que personagens tentam subir na vida de maneira desonesta ou arrogante. Trechos como “Se quiser chegar não venha por cima” reforçam a ideia de que o caminho correto é o da humildade, evitando atitudes prepotentes ou aproveitadoras. As cenas em que o carrapato e a barata tentam subir, mas são impedidos pelos animais, funcionam como metáforas para pessoas que buscam vantagens de forma errada e acabam encontrando obstáculos naturais a esse comportamento.
Na segunda parte, a música faz referência direta à história de Jesus Cristo, destacando sua humildade ao nascer em um presépio e escolher ser carpinteiro, mesmo sendo considerado rei. A frase “Era presépio não presepada” brinca com o duplo sentido entre o local do nascimento de Jesus e a expressão popular “presepada”, reforçando que não houve ostentação, mas sim simplicidade. Ao afirmar “Se até mesmo Deus sabe chegar, não venha por cima”, Salomão do Reggae usa o exemplo de humildade de Jesus para aconselhar o ouvinte a não buscar atalhos ou se colocar acima dos outros. O tom descontraído e as metáforas tornam a mensagem clara e acessível, mostrando que a verdadeira grandeza está em saber chegar com humildade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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