Caipirinha
Serginho Barros
Poderia ser a loura urbana, com pinta de bacana
Mas não é predileção
É lance único
Em casa, na rua, cada um tem a sua
Poderia ser a loura urbana, com pinta de bacana
Mas não é predileção
É lance único
Em casa, na rua, cada um tem a sua
O nobre envelhecido escocês
Também preterido, tem lá seus adeptos
Assim como o filho da uva feliz
Em bocas bacantes
Devotos amantes
Mas todo povo preto, amarelo e branquelo
Gosta sim, fica afim, daquela já rainha
Vindo da mata, do mato, da roça
Da raça miscigenada, feita da cachaça
Mistura brasileirinha com o nome de caipira
É caipirinha
É caipirinha
É caipirinha
É caipirinha
Poderia ser a loura urbana, com pinta de bacana
Mas não é predileção
É lance único
Em casa, na rua, cada um tem a sua
Poderia ser a loura urbana, com pinta de bacana
Mas não é predileção
É lance único
Em casa, na rua, cada um tem a sua
O nobre envelhecido escocês
Também preterido, tem lá seus adeptos
Assim como o filho da uva feliz
Em bocas bacantes
Devotos amantes
Mas todo povo preto, amarelo e branquelo
Gosta sim, fica afim, daquela já rainha
Vindo da mata, do mato, da roça
Da raça miscigenada, feita da cachaça
Mistura brasileirinha com o nome de caipira
É caipirinha
É caipirinha
É caipirinha
É caipirinha



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