Chuva na Floresta
Serginho Barros
Pela fresta da floresta
Lume lasca vertical
Desce Lua de calda camaleoa
Cristais gotas d'água
Vivas, vindas, lindas
Da chuva na floresta
Tamborilando mil sons
Pelos telhados solitários
Das penas em silêncio
De pássaros encharcados
As folhas também sentem
O repicar sonoro
Raios rasgam rabiscos, estampidos
Voz rouca de trovão
Num contraponto entre a prima e o bordão
Num contraponto entre a prima e o bordão
Tun-te-re-te-te-tê
Tun-te-re-te-te-tê
Tun-te-re-te-te-te-re-te-tê
Tun-te-re-te-te-tê
Tun-te-re-te-te-tê
Tun-te-re-te-te-te-re-te-tê
Água voraz sobre a terra
Abre crateras musicais
Faz rebuliço no chão
A noite soberana
Vira um ouriço
Ouvem-se rugidos
Da chuva na floresta
Chuva na floresta
Meu coração em festa
Chuva na floresta
Ia-ia-ia-ia
Ia-ia-ê
Iô-iô-iô-iô
Iô-iô-iô-iô
Iô-iô-iô-iô-iô
Iô-iô-iô-iô-iô
Iô-iô-iô-iô
Iô-iô-iô-iô
Iô-iô-iô-iô-iô-io-iô
Água voraz sobre a terra
Abre crateras musicais
Faz rebuliço no chão
A noite soberana
Vira um ouriço
Ouvem-se rugidos
Da chuva na floresta
Chuva na floresta
Meu coração em festa
Chuva na floresta



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