
Trabalhador
Seu Jorge
Desigualdade e resiliência em "Trabalhador" de Seu Jorge
A música "Trabalhador", de Seu Jorge, aborda de forma clara a frustração de profissionais qualificados que, por falta de oportunidades, acabam aceitando empregos muito abaixo de sua formação. O verso “Tem gari por aí que é formado engenheiro” evidencia a precarização do trabalho e a desigualdade social, mostrando como o esforço e a qualificação de muitos brasileiros não são reconhecidos.
A letra retrata a rotina exaustiva e a pressão constante enfrentada por trabalhadores de diferentes áreas, como dentistas, frentistas, policiais, bombeiros, garçons e pedreiros. Trechos como “marmita é fria, mas se precisa ir trabalhar” e “salário é pouco, não dá pra nada” reforçam o sacrifício diário e a luta para sobreviver com salários baixos. O medo do desemprego aparece em frases como “vai ter problema se ele faltar” e no apelo final “me arranja um trabalho, doutor / estou desempregado”, destacando a insegurança financeira e a dependência do emprego para sustentar a família. Ao dar voz a essas situações, Seu Jorge presta um tributo à resiliência do trabalhador brasileiro, ao mesmo tempo em que denuncia as condições difíceis e a falta de perspectivas de melhora.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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