
Pequinês e Pitbull
Seu Jorge
Sabedoria popular e sobrevivência em “Pequinês e Pitbull”
A música “Pequinês e Pitbull”, de Seu Jorge, utiliza metáforas populares para destacar a importância de reconhecer limites e agir com cautela diante de situações arriscadas. O verso “Pequinês que quer brincar com pitbull pirou de vez, vira pic-nic de urubu” mostra de forma clara o perigo de desafiar alguém mais forte ou perigoso, alertando que quem ignora essas diferenças pode acabar mal, tornando-se “comida de urubu”. A expressão “Farinha pouca, meu pirão sozinho” reforça a ideia de que, em tempos difíceis, é preciso priorizar o próprio bem-estar antes de pensar nos outros, evidenciando uma postura de autossuficiência e autopreservação.
A letra também retrata escolhas do cotidiano, como evitar sair de casa para não se envolver em confusões ou más companhias: “Hoje eu vou ficar quieto / Não adianta insistir / Eu não vou pro boteco”. Ao dizer “tem muita gente maluca me apurrinhando, enchendo o meu saco”, Seu Jorge expressa o incômodo com o ambiente ao redor e a decisão consciente de se preservar. As referências ao bairro do Flamengo, ao pedido de frango com quiabo e ao “Gogó da Ema” conectam a música ao cotidiano carioca, mostrando a necessidade de estar sempre atento para não “dar mole”. Com humor e observação social, Seu Jorge constrói um retrato sincero sobre esperteza e sobrevivência na vida urbana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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