
Será
Siba
Crítica à mercantilização e desigualdade em “Será” de Siba
Em “Será”, Siba faz uma crítica contundente à mercantilização extrema da sociedade. A repetição da pergunta “Será que ainda vai chegar o dia de se pagar até a respiração?” expõe o absurdo de um mundo onde até o ar, essencial para a vida, pode ser transformado em mercadoria. O artista já afirmou que suas escolhas musicais e temáticas têm um forte posicionamento político, e nesta música ele denuncia o avanço de um sistema que transforma tudo em objeto de lucro, inclusive direitos básicos.
A letra também destaca a desigualdade social e a injustiça estrutural. Nos versos “E a justiça tem um peso pra cada tipo de gente / Quando o réu é influente, quase sempre escapa ileso / Só quem se demora preso é quem não tem um tostão”, Siba mostra como o acesso à justiça depende do poder econômico. Ele reforça essa crítica ao afirmar que “até o que não presta tem um preço pendurado” e que “de graça nada mais resta”, apontando para uma lógica capitalista que atribui valor monetário a tudo, inclusive ao que deveria ser gratuito. Assim, “Será” se apresenta como um retrato crítico da sociedade, questionando até onde pode chegar a exploração e a desigualdade em nome do lucro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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