
Beija-flor das penas verdes
Silveira e Silveirinha
O simbolismo do amor eterno em “Beija-flor das penas verdes”
Em “Beija-flor das penas verdes”, Silveira e Silveirinha utilizam o beija-flor como símbolo de delicadeza, respeito e fidelidade à memória da esposa falecida do narrador. O pássaro, tradicionalmente associado à beleza, aqui ganha um papel mais profundo: ele se torna guardião das lembranças e mensageiro do amor que persiste mesmo após a morte. A rosa branca, mencionada várias vezes na letra, representa a esposa perdida e serve como elo entre o passado feliz e a dor do presente. O pedido do narrador – “só não beije a rosa branca, essa é beijada por mim” – reforça a exclusividade desse amor, mostrando que, apesar da ausência física, o vínculo permanece insubstituível.
O contexto da canção deixa claro que a inspiração veio da perda da esposa, e a rosa branca, plantada por ela, simboliza tanto sua presença quanto sua ausência. O verso “um dia essa mesma rosa enfeitava seu caixão” conecta a metáfora da flor ao luto, evidenciando como algo que antes representava vida e união – “trocamos as alianças neste dia me casei” – se transforma em lembrança dolorosa. Com um tom nostálgico e melancólico, a música aborda temas universais como amor eterno, saudade e solidão, utilizando imagens simples do cotidiano rural para expressar sentimentos profundos de perda e respeito à memória de quem partiu.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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