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Höndin Sem Veggina Klórar
Skálmöld
A Mão Que Arranha as Paredes
Höndin Sem Veggina Klórar
noite clara como a lua, estamos em paztunglskinsbjört nóttin er tökum náðir
dois irmãos deitados, dormindo em vãotveir liggja bræður og sofa báðir
a mãe vigia enquanto a luz se esvaimóðirin vakir og ljósið líður
o silêncio é o prelúdio do que está por virlognið er forleikur þess sem bíður
quatorze na casa, queimamos por dentrofjórtán á bænum, við brunnum inni
as crianças nos braços da avó, tão lentosbörnin í fangi á ömmu sinni
as portas arrombadas e as lâmpadas apagadasfleygaðar dyrnar og lokaðir ljórar
pequena é a mão que arranha as paredeslítil er höndin sem veggina klórar
solidão e peso nas costasmannleysa og ber að baki
sem irmãos e sem ninguém que me amparebræðralaus og einskis maki
colocamos fogo no seu telhadolögðum eld að þínu þaki
as portas arrombadas e as lâmpadas apagadasfleygaðar dyrnar og lokaðir ljórar
pequena é a mão que arranha as paredeslítil er höndin sem veggina klórar
o mar - um falcão sobrevoahaf- er yfir horfði örn
o exército avista a lagoa da cidadeherinn sá við bæjartjörn
crianças inocentes queimando por dentrosaklaus inni brunnu börn
as portas arrombadas e as lâmpadas apagadasfleygaðar dyrnar og lokaðir ljórar
pequena é a mão que arranha as paredeslítil er höndin sem veggina klórar
meu filho nunca mais acordousonur minn vaknaði aldrei aftur
minha filha pequena não conseguiu se levantarekki komst dóttir mín litla á legg
o pé queimado e a força quebradabrunninn var fótur og brostinn kraftur
a cidade desmoronou e eu fui arrastadobærinn féll saman og á mig raftur
então finalmente me alcançaram as sombras e os sonhosþá á mig sóttu loks þvogl og órar
ali eu morri sob a parede da salaþarna ég dó undir baðstofuvegg
as portas arrombadas e as lâmpadas apagadasfleygaðar dyrnar og lokaðir ljórar
pequena é a mão que arranha as paredeslítil er höndin sem veggina klórar
mão queimada e carnesviðnar hönd og hold
esquentando sob a terrahitnar undir mold
fogo queima os ossoseldur brennir bein
derrete a pedra dos desejosbræðir óskastein
o sol nasce de novo e nos mostra a cidadesólin rís á ný og sýnir okkur bæinn
fervendo sobre o brejo e colorindo a brisa frescasuðar yfir mý og litar ferskan blæinn
nada de vida à vista e nunca mais vou acordarekkert líf að sjá og aldrei mun ég vakna
ninguém conta a história e o que há para se lamentar?enginn segir frá og hvers er þá að sakna?
o sol nasce de novo e nos mostra a cidadesólin rís á ný og sýnir okkur bæinn
fervendo sobre o brejo e colorindo a brisa frescasuðar yfir mý og litar ferskan blæinn
nada de vida à vista e nunca mais vou acordarekkert líf að sjá og aldrei mun ég vakna
ninguém conta a históriaenginn segir frá
ninguém conta a históriaenginn segir frá
ninguém conta a históriaenginn segir frá
mão queimada e carnesviðnar hönd og hold
esquentando sob a terrahitnar undir mold
fogo queima os ossoseldur brennir bein
derrete a pedra dos desejosbræðir óskastein
mão queimada e carnesviðnar hönd og hold
esquentando sob a terrahitnar undir mold
fogo queima os ossoseldur brennir bein
derrete a pedra dos desejosbræðir óskastein



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