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Nha Terra

Soraia Ramos

Identidade e saudade em "Nha Terra" de Soraia Ramos

Em "Nha Terra", Soraia Ramos aborda a experiência da diáspora cabo-verdiana, destacando o sentimento de pertencimento que persiste mesmo com a distância. A repetição de “Kabuverdianu spadjadu na mundu pa tudu banda” (“Cabo-verdiano espalhado pelo mundo em todo lugar”) evidencia como o povo cabo-verdiano está presente em diferentes partes do mundo, mas mantém uma forte ligação com suas origens. A artista utiliza referências culturais, como a tradicional "katxupa" e a menção à voz de Cesária Évora, para reforçar o orgulho e a identidade de quem nasceu em Cabo Verde, mesmo vivendo longe da terra natal.

A letra traz cenas do cotidiano, como “N ta txoma Lala pa faze-u un kuskús” (“Eu chamo Lala para fazer um cuscuz”) e “N ta pila pilon, N ta tentei balei” (“Eu uso o pilão, eu tento dançar”), mostrando que as tradições e sabores da terra continuam vivos na memória e no coração dos emigrantes. Ao citar “Guiné ku Kabuverdi é kel un sô, dôs korpu y un korason” (“Guiné e Cabo Verde são um só, dois corpos e um coração”), Soraia Ramos amplia o sentimento de união, sugerindo que a identidade cabo-verdiana se conecta a outros povos africanos. O refrão “Sima nha téra, nha genti, ka ten igual” (“Como minha terra, meu povo, não há igual”) reforça o carinho, o orgulho e a celebração das raízes que unem os cabo-verdianos espalhados pelo mundo.

Composição: Soraia Ramos. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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