
Baile Costeiro
Tchê Barbaridade
Tradição e alegria gaúcha em “Baile Costeiro” do Tchê Barbaridade
“Baile Costeiro”, do Tchê Barbaridade, celebra a cultura gaúcha ao retratar um baile típico do interior do Rio Grande do Sul, misturando tradição e modernidade. A letra destaca elementos do cotidiano rural, como “banho de sanga” e “água de cheiro”, mostrando o orgulho das raízes regionais. Expressões como “montei num pingo leviano” e “galope vaqueano” reforçam a ligação com o universo campeiro, enquanto a menção ao “minuano” traz autenticidade ao cenário sulista.
O clima da música é de festa e alegria coletiva, típico dos bailes do interior, onde a música, a dança e a convivência são centrais. O refrão “Dê-lhe boca, dê-lhe gaita!” e a referência ao “fóle no vem-e-vai” transmitem a energia contagiante do evento. O verso “Quem tá lá fora, não entra / Quem tá qui dentro, não sai!” sugere a exclusividade e o envolvimento dos participantes, reforçando o baile como um espaço de liberdade e encontro. O gaiteiro, mesmo cansado, segue tocando até o amanhecer, simbolizando a paixão pela música e a resistência da tradição. Ao unir elementos tradicionais com uma sonoridade moderna, o Tchê Barbaridade transforma “Baile Costeiro” em um verdadeiro hino festivo da identidade gaúcha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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