
Reculuta
Telmo de Lima Freitas
Tradição e orgulho campeiro em “Reculuta” de Telmo de Lima Freitas
A música “Reculuta”, de Telmo de Lima Freitas, retrata com precisão o cotidiano rural gaúcho, transformando a rotina da lida campeira em uma celebração das tradições e da identidade regional. Telmo observa atentamente os detalhes do campo, valorizando não apenas os cavalos, mas também os instrumentos e técnicas que fazem parte desse universo. Ao mencionar “mouros, zainos e gateados, picaços e douradilhos”, ele demonstra conhecimento sobre as diferentes pelagens e características dos cavalos, reforçando o orgulho e o respeito pela cultura campeira.
O destaque para o “baio ruano”, cavalo preferido das prendas e raparigas, vai além da aparência: ele representa prestígio, habilidade e até o poder de conquista do peão que o conduz. Quando a letra afirma “não precisa pé de amigo nem precisam amanuncia-lo”, mostra que o valor desse cavalo é reconhecido por todos, dispensando apresentações ou recomendações. Isso reforça a importância da tradição oral e da reputação construída no convívio do campo. Ao final, “Reculuta” transmite não só a técnica e a dureza do trabalho rural, mas também o orgulho e o afeto presentes na relação entre homem, cavalo e tradição gaúcha, elementos centrais na obra de Telmo de Lima Freitas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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