
Açougueiro
Telmo de Lima Freitas
Tradição e orgulho do ofício em “Açougueiro” de Telmo de Lima Freitas
Em “Açougueiro”, Telmo de Lima Freitas destaca a importância e o valor do carneador, representado por Zé Grande, figura central da música. O compositor vai além de uma simples descrição do trabalho rural, transformando o cotidiano do açougueiro em símbolo de orgulho e identidade gaúcha. Termos regionais como “carneadeira”, “puxirão” e “costilhar” reforçam o compromisso de Telmo com a cultura e os costumes do Rio Grande do Sul, aproximando o ouvinte do universo campeiro de forma autêntica.
A letra apresenta o dia a dia do carneador com respeito, evidenciando sua habilidade e experiência: “Só vendo com que destreza / Sangra, coureia e desmancha”. O verso “Chairando a alma na lida / Pra retalhar mais um dia” mostra que o trabalho não é apenas físico, mas também molda o caráter e a identidade do trabalhador, tornando cada jornada um novo desafio. Telmo de Lima Freitas evita idealizações exageradas, preferindo retratar a vida rural com honestidade e dignidade. Ao final, Zé Grande se torna um personagem quase lendário, um “gigante prestativo ao seu dispor”, representando todos que mantêm vivas as tradições do campo gaúcho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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