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Letra

    (Rancheira)

    Puxei da estaca o meu cavalo mouro
    Pingo de estouro que posso confiar
    Mascando o freio sigo estradeando
    Acreditando que posso chegar

    Levo na mala de pano riscado
    Uma lembrança quando fui rapaz
    Ainda conserva pálidos dizeres
    São os haveres que deixei pra trás

    E nessa marcha de quem não sesteia
    Mal esporeia o flete coração
    Quando se acha a estrela prometida
    Reparte a vida num só chimarrão

    Quem de nascença trás esse destino
    De teatino não pode parar
    Tem uma estrada longa pela frente
    Quanto mais anda mais deseja andar


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