
Circulares
Terno Rei
Reflexões sobre ciclos e incertezas em “Circulares”
A música “Circulares”, da banda Terno Rei, aborda a sensação de que a vida segue em ciclos contínuos, sem um início ou fim claros. Logo no início, a letra desafia a ideia de que existe um lado bom e outro ruim, como em “Não há um lado bom, outro ruim não / Como nos filmes e nos planos”. Aqui, o grupo rejeita uma visão simplista e maniqueísta do mundo, mostrando que a realidade é mais complexa do que as histórias que costumamos ver no cinema ou imaginar para nossas vidas. Essa abordagem ressalta a ambiguidade das experiências cotidianas e a dificuldade de separar o certo do errado de forma absoluta.
A metáfora do barco, presente em “Todos tontos / Para o mesmo lado / Com o mesmo barco”, reforça a ideia de que todos estão juntos, mas sem uma direção definida, presos em um movimento circular. O refrão “em movimentos simultâneos circulares” é repetido de maneira quase hipnótica, criando uma atmosfera de repetição que se conecta com a sonoridade melancólica da música. O verso “Tudo tanto muda e fica igual” resume o sentimento de que, apesar das mudanças constantes, a essência das situações permanece. Assim, “Circulares” convida o ouvinte a refletir sobre a imprevisibilidade da vida e a sensação de estar preso em ciclos, onde encontrar sentido ou direção se torna um desafio.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Terno Rei e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: