
A Torre
Terra Celta
Humor e realismo nos relacionamentos em “A Torre”
Em “A Torre”, a banda Terra Celta utiliza o humor e a ironia para desconstruir os clichês dos contos de fadas e dos romances idealizados. O verso “Eu quero ser é o dragão / Pra te devorar” inverte o papel tradicional do príncipe salvador, colocando o narrador no lugar do dragão, geralmente visto como vilão. Essa escolha brinca com a expectativa de um amor heroico e sugere um desejo mais direto e carnal, reforçado pela imagem da amada “deitada nua na torre”.
A música também faz referência a situações típicas de filmes românticos, como no trecho “os dois se encontraram na ponte / Lá em Paris, trilha sonora francesa”, ironizando o padrão de romance perfeito. Em “Confesso, não dava um filme legal / Mas, baby, isso é tudo real”, a banda valoriza a autenticidade do cotidiano, mostrando que a vida a dois é feita de momentos simples e imperfeitos. A citação “E como diria o senhor Monte Negro / Sempre não é todo dia” reforça a ideia de que o “felizes para sempre” não existe, e que a rotina dos relacionamentos é marcada por altos e baixos. Com sua mistura de referências celtas e situações modernas, Terra Celta transforma “A Torre” em uma celebração divertida das imperfeições e da espontaneidade do amor real.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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