
Nationalité
Tiken Jah Fakoly
Identidade e unidade nacional em "Nationalité" de Tiken Jah Fakoly
Em "Nationalité", Tiken Jah Fakoly questiona a ideia de que a identidade nacional deve ser definida por fronteiras étnicas ou laços familiares além das fronteiras. Ele cita explicitamente grupos como Sénoufos, Krous, Baoulés e Djoulas, mencionando as datas em que chegaram ao território da Costa do Marfim. Com isso, Fakoly mostra que a diversidade étnica faz parte da história do país e não deve ser vista como um obstáculo à unidade nacional.
A letra destaca que muitos marfinenses têm parentes em países vizinhos, como Senegal, Serra Leoa, Gana e Togo, mas reforça que todos compartilham a mesma nacionalidade se seus ancestrais nasceram após a criação da Costa do Marfim em 1893. Essa referência histórica serve para combater discursos de exclusão baseados em "pureza" étnica. O refrão, repetido em línguas locais, reforça o sentimento de pertencimento coletivo e ancestralidade comum. No final, Fakoly faz um apelo direto: "Cultivons l'unité et la paix / Il ne faut pas se contenter de le dire mais il faut l'avoir dans le comportement" (Vamos cultivar a unidade e a paz / Não basta apenas dizer, é preciso agir assim). A música se transforma em um manifesto pela convivência pacífica e pela superação de divisões artificiais, alertando para os riscos de doutrinas e injustiças que ameaçam a coesão nacional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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