
Caras Como Eu
Titãs
Reflexão sobre envelhecer e aceitação em “Caras Como Eu”
Em “Caras Como Eu”, dos Titãs, a letra faz uma reflexão direta sobre o envelhecimento e a sensação de se tornar cada vez mais raro ou deslocado com o passar dos anos. A comparação entre "caras como eu" e elementos que se desgastam ou desaparecem, como "cabelos ralos" e "solas de sapatos", evidencia essa percepção de mudança e de perda de lugar no mundo. Tony Bellotto, guitarrista da banda, já explicou que a música não é uma despedida, mas sim um olhar maduro sobre a passagem do tempo e a transformação pessoal, o que fica claro em versos como: “Caras como eu / Estão ficando velhos / Calçando os seus chinelos / Concluindo que não há mais tempo”.
A letra utiliza imagens do cotidiano para ilustrar o sentimento de deslocamento e a busca por significado diante da maturidade, como “trens do interior / Que não chegam no horário” e “velhos elefantes / Que morrem solitários”. Essas metáforas sugerem atraso, solidão e a inevitabilidade do tempo. No entanto, o refrão traz uma mudança de perspectiva: “Não vou mais medir o tempo / Não vou mais contar as horas / Vou me entregar ao momento”. Aqui, a música propõe aceitar o presente, deixando de lado a ansiedade em relação ao tempo e valorizando o agora. Assim, a canção suaviza o tom melancólico e transmite uma mensagem de libertação e autenticidade diante do envelhecer.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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