
Falhas
Tribo da Periferia
A dureza e os códigos do crime em “Falhas” da Tribo da Periferia
A música “Falhas”, da Tribo da Periferia, retrata de forma direta a realidade das periferias urbanas, onde o crime impõe regras rígidas e não há espaço para erros. O refrão “No morro vivo nunca vi o crime admitir falha” destaca que, nesse ambiente, qualquer deslize pode ser fatal e não existe perdão para quem erra. A frase “O erro de um requer navalha” reforça a ideia de punição imediata, mostrando como a violência é uma resposta comum a falhas dentro desse contexto.
A letra também evidencia o contraste social entre quem ostenta riqueza e quem enfrenta dificuldades, como em “Mundo de quem tem Visa e Golf GTI” e “Que peso leva o meu vulgo de bicicleta e revólver”. Esses versos mostram como o status e o respeito nas comunidades muitas vezes estão ligados a posses materiais ou ao envolvimento no crime. O trecho “Dinheiro de traficante, tio, é foliado a ouro” aponta para a busca pelo dinheiro fácil, mas também alerta sobre os riscos e a instabilidade dessa escolha. Ao longo da música, há uma reflexão sobre as consequências das decisões tomadas, a perda das raízes e a importância de manter a mente forte para sobreviver: “A guerra só fortalece e traz à tona os guerreiros de fé / Com a mente sã te põe de pé”. Sem romantizar a realidade, “Falhas” apresenta um retrato fiel dos dilemas, desafios e códigos de conduta das periferias.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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