
Cururu
Tribo da Periferia
"Cururu": códigos de respeito e união na periferia
Em "Cururu", a Tribo da Periferia utiliza o termo "cururu" como uma gíria para pessoas consideradas indesejadas ou problemáticas dentro da comunidade. A escolha dessa palavra vai além de um simples insulto: ela representa quem desrespeita as regras e valores locais, prejudicando a coletividade. Frases como “Tela o cururu desvalorizando a área (dá o perdido nele)” e “Bota pra andar logo os comédia” reforçam a necessidade de afastar esses indivíduos para proteger o respeito e a integridade do bairro.
A letra mistura humor e ironia ao retratar essas figuras, como em “Cururu quer brincar, corre em volta das cadeira” e “Cururu roubou varal... sumiu”, mostrando que, além de serem vistas de forma negativa, essas pessoas também são ridicularizadas. O uso de gírias e referências do cotidiano cria uma identificação direta com o público da periferia. Versos como “Licença aí, ó, respeito a quem merece / A quem não pisa no calo” deixam clara a mensagem principal: o respeito é essencial, e quem não contribui para o bem-estar coletivo não é aceito. Assim, "Cururu" serve como um recado sobre os códigos de convivência e a importância da união e do respeito dentro da comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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