
Águas
Tribo da Periferia
Ciclos de superação e esperança em "Águas" da Tribo da Periferia
A música "Águas", da Tribo da Periferia, explora como experiências dolorosas podem se repetir e ensinar, mas também representar riscos constantes. A metáfora das águas aparece em versos como “Mais uma vez eu naveguei nas mesmas águas que um dia naufraguei”, mostrando que situações difíceis podem se tornar recorrentes. O trecho “as mesmas águas que um dia eu mergulhei, nelas posso me afogar” reforça a ideia de que o aprendizado não elimina o perigo, apenas torna a pessoa mais atenta a ele.
A letra retrata de forma direta a realidade da periferia, abordando temas como violência, desigualdade e a fragilidade da vida. Expressões como “algemas” e “arma na mão um frio no coração” evidenciam o sentimento de aprisionamento social e emocional. Já as referências a “criança armada” e “irmão morrer na porta do hospital” denunciam a violência cotidiana e a perda precoce, comuns nesse contexto. O refrão “Como as águas tudo vai passar” traz uma esperança resignada, sugerindo que, apesar das dificuldades e injustiças, tudo é passageiro, assim como o sol que se põe ou as lágrimas que secam. Assim, a música equilibra o peso das adversidades com a aceitação dos ciclos da vida, mostrando que a esperança resiste mesmo diante da realidade dura.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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