
Entre a Vida e a Morte
Tribo da Periferia
Realidade e escolhas em "Entre a Vida e a Morte"
"Entre a Vida e a Morte", da Tribo da Periferia, retrata de forma direta o impacto do crime na vida de jovens das periferias urbanas. A música destaca como o desejo por respeito e ascensão social, representado por símbolos como "um Opala, um casarão" e "pisante de marca", pode se transformar em uma armadilha perigosa. Esses sonhos acabam levando à autodestruição e à perda da inocência, mostrando que o fascínio pelo crime tem consequências graves e muitas vezes irreversíveis.
A letra acompanha a trajetória de um personagem que, desde cedo, se envolve com drogas e, posteriormente, com o tráfico, armas e violência. O ciclo de perdas é evidenciado quando o personagem perde a namorada e o filho em um tiroteio, ilustrando que as consequências do crime atingem tanto culpados quanto inocentes: "Bala perdida, atingiu o crânio da menina / Apenas um disparo acabar com duas vidas". O refrão serve como um alerta insistente: "Saia de vez da vida do crime / A volta da morte não subestime". Expressões como "jogar ou ser jogado, eis a questão / No mundo do crime é cadeia ou caixão" resumem a falta de alternativas e a brutalidade do cotidiano nas periferias, reforçando a mensagem de que a vida no crime é uma aposta arriscada, onde a morte está sempre à espreita.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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