
Flores
Tribo da Periferia
Esperança e resistência em "Flores" da Tribo da Periferia
A música "Flores", da Tribo da Periferia, mostra como a esperança e a beleza podem surgir mesmo nos ambientes mais difíceis e esquecidos. O verso “as flores mais bonitas nascem onde ninguém cultivou” resume a principal mensagem da canção: apesar da violência, pobreza e abandono — evidenciados em trechos como “quantos casos de chacina na esquina” e “corredor ensanguentado” — ainda existe força, amor e superação nas comunidades periféricas. O uso das flores como símbolo reforça a ideia de resiliência, mostrando que é possível florescer “sobre as pedras”, “sobre a cela de um presídio” ou “na favela sobre o lixo”.
A letra alterna relatos duros do cotidiano, como a morte do “filho de dona Regina” e o medo constante, com reflexões sobre a importância de manter a essência e buscar alívio na fé ou na união entre os moradores. O refrão, repetido como um mantra, destaca que o amor é o elemento vital para o florescimento em meio ao caos. Ao dizer “não tem mansão, mas tem a unção / no barraco dos fundos”, a música valoriza a dignidade e a espiritualidade presentes mesmo nas condições mais precárias. Assim, "Flores" vai além da denúncia das dificuldades das periferias, celebrando a capacidade de resistir e criar beleza onde menos se espera.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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