
Inocente
Tribo da Periferia
Perda da inocência e escolhas em "Inocente" da Tribo da Periferia
"Inocente", da Tribo da Periferia, aborda de forma direta o amadurecimento forçado pela realidade das periferias, destacando a perda da inocência como um processo inevitável diante das dificuldades e tentações do cotidiano. A música contrapõe a ideia de inocência com experiências como o crime, o amor e a sobrevivência, mostrando que deixar de ser inocente é, muitas vezes, uma escolha imposta pelas circunstâncias. O verso “Inocência que me zelou e me deixou na rua / Me deixou as margens, só naquela noite escura” evidencia que, apesar de certa proteção inicial, o personagem principal acaba exposto à dureza das ruas, onde a inocência não encontra espaço para se manter.
O refrão “Mas eu não sou inocente” funciona como uma confissão e também como aceitação das próprias escolhas e falhas. A letra sugere que, embora caminhos mais simples ou socialmente aceitos estivessem disponíveis — como “podia tá em casa dormindo tranquilamente” ou “podia fazer silêncio sempre educadamente” —, o protagonista optou por viver de forma intensa, mesmo que isso envolva riscos e julgamentos. A busca por respeito e pertencimento no contexto do gueto é ressaltada, mostrando que a autenticidade e a vivência real são mais valorizadas do que as aparências. Assim, "Inocente" retrata alguém que reconhece suas imperfeições, mas não se arrepende de ter vivido conforme suas próprias escolhas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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