
Matilha
Tribo da Periferia
Coragem e união na periferia em "Matilha" da Tribo da Periferia
Em "Matilha", da Tribo da Periferia, a repetição de “Ultimamente eu tô meio sem medo” destaca uma postura de enfrentamento diante das dificuldades do cotidiano nas periferias brasileiras. Essa frase não é apenas um desabafo individual, mas uma afirmação de coragem coletiva, sustentada pela força da "matilha" — o grupo de amigos e parceiros que se apoia mutuamente. O termo "matilha" simboliza a união, a solidariedade e a sobrevivência necessárias para encarar o chamado "sertão de pedra", expressão que representa o ambiente urbano hostil e desafiador.
A música traz imagens do dia a dia, como o calor intenso, festas clandestinas e a fuga da rotina "sádica, nostálgica, robótica", para mostrar o desejo de liberdade e prazer mesmo em meio às adversidades. Referências à noite, ao "rolê", ao "fumacê" e ao "privê" reforçam a ideia de que a diversão e a união são formas de resistência. O verso “Essa é nossa aldeia... a residência é simples, mas castelo pras princesa” valoriza o orgulho de origem e a capacidade de transformar o pouco em muito. Ao mencionar "guerreiro" e "herdeiro da disciplina", a letra destaca a resiliência e o senso de pertencimento. Assim, "Matilha" se torna um hino à coletividade, à liberdade e à coragem de viver sem medo, mesmo diante de um mundo hostil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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