
O Filme
Tribo da Periferia
Realidade e orgulho periférico em “O Filme” da Tribo da Periferia
"O Filme", da Tribo da Periferia, apresenta um retrato direto e autêntico da vida nas periferias urbanas, explorando temas como identidade, respeito e sobrevivência. A letra subverte a ideia tradicional de poder ao afirmar: “esse trono que herdei não dá pra sentar e muito menos ser chamado de rei”. Aqui, o artista ironiza o conceito de status, mostrando que, na quebrada, ser "rei" está mais ligado à vivência, resistência e respeito conquistado no dia a dia do que a riqueza ou títulos. O trecho “Rei do beco, rei do puteiro, rei da madrugada, rei dos maconheiros” reforça essa visão, destacando que o reconhecimento vem da experiência e da luta constante.
A música utiliza uma linguagem de rua, descontraída e direta, trazendo referências ao cotidiano, como em “Hoje só preciso de uma mina louca pra me sujar de batom” e “Deixa o moleque sujar a roupa, porra, depois você lava, na melhora compra outra”. Esses versos valorizam os pequenos prazeres e a liberdade, mesmo diante das dificuldades. O lançamento do videoclipe, feito em computação gráfica, também contribui para uma abordagem inovadora, mostrando a periferia de forma criativa e positiva, sem esconder os desafios, mas ressaltando o orgulho das origens. Assim, "O Filme" se destaca como um retrato fiel da juventude periférica, celebrando autenticidade, força e a capacidade de "tirar onda" mesmo em meio às adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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