
Sem Esparrar
Tribo da Periferia
Discrição e sobrevivência em "Sem Esparrar" da Tribo da Periferia
A música "Sem Esparrar", da Tribo da Periferia, aborda de forma direta a importância da discrição no cotidiano das periferias urbanas. A expressão "sem esparrar" — gíria que significa agir sem chamar atenção ou fazer alarde — é central para a mensagem da canção. Em ambientes onde a exposição pode trazer riscos, manter o sigilo é visto como uma questão de sobrevivência e inteligência. Isso aparece em versos como “Queimar uma chara é bom, mas sem esparrar” e “Hoje o frevo é na minha casa, mas é sem esparrar”, mostrando que até momentos de lazer precisam ser vividos com cautela para evitar problemas com a polícia, rivais ou fofocas do bairro, como em “o mundo das boca é bem maior que o dos esperto”.
A letra retrata o cenário típico das quebradas, com festas, consumo de bebidas e maconha, e a convivência com o perigo constante: “Isso aqui tá perigoso, qualquer fita queima o filme”. O grupo faz referência à cultura urbana, usando gírias e citando marcas populares, além de mostrar a busca por pequenos prazeres e conquistas materiais, como “um Adidas, um Nike”. Ao mesmo tempo, há uma crítica sutil à ostentação e à exposição, sugerindo que o verdadeiro valor está em viver bem, com liberdade e sabedoria, mas sempre "sem esparrar". Assim, a música oferece um retrato honesto da vida na periferia, onde diversão e risco caminham juntos, e a discrição é fundamental para manter a paz e evitar problemas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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