
Sem Juizo
Tribo da Periferia
Conflito geracional e liberdade em “Sem Juizo”
“Sem Juizo”, do Tribo da Periferia, aborda de forma direta e bem-humorada o contraste entre o desejo de liberdade dos jovens da periferia e as expectativas familiares, especialmente as cobranças maternas. A música retrata a rotina de quem vive na periferia, destacando o conflito entre curtir a noite com os amigos e a preocupação da mãe com responsabilidade e respeito às regras. O refrão, “Esse menino tem juízo não”, evidencia a visão da mãe sobre o comportamento do filho, enquanto os versos mostram o jovem defendendo seu estilo de vida e valorizando a lealdade dos amigos: “Só cola comigo, os moleque de verdade / Um brinde a lealdade, não importa o lugar”.
A letra é inspirada na vivência real dos jovens da periferia, que muitas vezes preferem a diversão e a liberdade aos conselhos familiares. Isso fica claro em versos como “Ao invés do uniforme preferi estourar Champanhe” e “Hoje essa noite é Android e não importa o lugar”, que mostram a escolha pela festa e pelo improviso, independentemente das condições financeiras. A música também brinca com a ideia de que, apesar das broncas, o jovem acredita estar apenas aproveitando a vida, enquanto a mãe não compreende totalmente esse universo: “Esse menino tem juízo sim, a senhora é que não sabe”. Expressões como “vira a noite, e vira copo / Vira notícia pros moleque, é negócio” reforçam o clima de celebração e camaradagem, típico das festas de rua e encontros noturnos na periferia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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