
Tal do mato
Tribo da Periferia
Crítica social e ancestralidade em "Tal do mato"
"Tal do mato", da Tribo da Periferia, faz uma crítica clara à criminalização da maconha, usando o termo "mato" como gíria para a erva. A música destaca o contraste entre a origem natural da planta e a repressão imposta pelo "homem branco", questionando a lógica por trás da proibição. Um ponto importante da letra é a associação do consumo do "mato" não só ao lazer, mas também como uma forma de aliviar o estresse do trabalhador, mostrando que o uso da planta está ligado à busca por bem-estar em meio à rotina exaustiva. Ao afirmar "o mato que acalma e me dá sono, que abre meu apetite", a canção ressalta os efeitos terapêuticos e relaxantes da maconha, contrapondo-os ao preconceito social.
A música também faz referência à ancestralidade e à cultura, ao dizer "foi lá de cima que criou e o índio cultivou", conectando o uso da planta a práticas indígenas e à natureza, em oposição às leis criadas pelo "homem branco". As citações a Bob Marley e Tupac Shakur ampliam o debate, associando o "mato" a figuras que representam resistência, liberdade e cultura popular. O tom direto da música, com frases como "não mato, não roubo, o que eu tenho é comprado", reforça que o consumo do "mato" não está ligado à criminalidade, mas sim a uma escolha pessoal e a um estilo de vida que busca paz e relaxamento, mesmo diante do preconceito e da repressão social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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