
TIERRA ZANTA (part. Victor Heredia)
Trueno
Orgulho e resistência latino-americana em “TIERRA ZANTA (part. Victor Heredia)”
Em “TIERRA ZANTA (part. Victor Heredia)”, Trueno transforma a dor coletiva da América Latina em orgulho e resistência, conectando cicatrizes pessoais e históricas à identidade do continente. O verso “Mi pena por pana' desaparecidos, memoria” faz referência direta às vítimas das ditaduras latino-americanas, um tema central na obra de Víctor Heredia. Essa citação reforça a importância de manter viva a memória e de lutar contra o esquecimento dos crimes cometidos por regimes autoritários.
A música valoriza o pertencimento e as raízes, como em “Soy de donde nací, donde voy a morir / Mi tierra santa”, e utiliza imagens fortes para expressar a ligação com a terra e o povo: “Yo soy la tierra, la sangre, lo' sueño', las ganas, el hambre”. Trueno se coloca como parte viva da história latino-americana, misturando elementos culturais, étnicos e sociais ao citar povos originários (“Soy atacama, guaraní, coya, barí y tukano”) e ao agradecer a diferentes países pela contribuição à identidade comum. O tom de luta aparece em versos como “Me voy a morir luchando, estoy firme como un venezolano”, mostrando que a busca por justiça e dignidade é contínua e coletiva. Ao afirmar “Mi nombre es Latino y mi apellido Americano”, Trueno resume o sentimento de unidade e resistência que atravessa toda a canção, celebrando a diversidade e a força do continente diante das adversidades históricas e políticas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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