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Samba-Enredo 2022 - Sankofa

G.R.C.S Vai-Vai

LetraSignificado

    Voltei!
    Porque, de fato, sempre fui especial
    E o povo vibra ao me ver no carnaval
    Eu sou soberana!
    Brilha, Sankofa, reflete no olhar
    Toda a realeza africana
    E vai voltar ao passado pra se encontrar
    Juntar os pedaços da velha memória
    Um dia apartados por todo esse mar
    Ananse! Malandro quebrou a cabaça encantada
    A sabedoria Axante estampada
    Num berço de ouro, vai se revelar

    Preta batucada
    Nossa arte, meu irmão
    É madeira mais escura
    Até na palma da mão
    Salve a cultura, no meio da rua
    A tradição que resistiu à luta

    Preta batucada
    Nossa arte, meu irmão
    É madeira mais escura
    Até na palma da mão
    Salve a cultura, no meio da rua
    A tradição que resistiu à luta

    No alvorecer, entre arranha céus
    Reluz a coroa, meu troféu!
    Onde o negro não é qualquer um
    Onde a raiz se fez escola
    É pé na porta, um bamba do Vai-Vai
    É Dona Olímpia, é seu Livinho
    Nosso Henricão, eterno caminho
    Se o filme marcou, eu não estou sozinho
    Vem, Sankofa, de volta pro seu ninho

    Tambor africano de negra bravura
    É o mesmo tambor da Saracura
    Quilombo do samba não morre jamais
    Eu sou Vai-Vai

    Tambor africano de negra bravura
    É o mesmo tambor da Saracura
    Quilombo do samba não morre jamais
    Eu sou Vai-Vai

    Voltei!
    Porque, de fato, sempre fui especial
    E o povo vibra ao me ver no carnaval
    Eu sou soberana!
    Brilha, Sankofa, reflete no olhar
    Toda a realeza africana
    E vai voltar ao passado pra se encontrar
    Juntar os pedaços da velha memória
    Um dia apartados por todo esse mar
    Ananse! Malandro quebrou a cabaça encantada
    A sabedoria Axante estampada
    Num berço de ouro, vai se revelar

    Preta batucada
    Nossa arte, meu irmão
    É madeira mais escura
    Até na palma da mão
    Salve a cultura, no meio da rua
    A tradição que resistiu à luta

    Preta batucada
    Nossa arte, meu irmão
    É madeira mais escura
    Até na palma da mão
    Salve a cultura, no meio da rua
    A tradição que resistiu à luta

    No alvorecer, entre arranha céus
    Reluz a coroa, meu troféu!
    Onde o negro não é qualquer um
    Onde a raiz se fez escola
    É pé na porta, um bamba do Vai-Vai
    É Dona Olímpia, é seu Livinho
    Nosso Henricão, eterno caminho
    Se o filme marcou, eu não estou sozinho
    Vem, Sankofa, de volta pro seu ninho

    Tambor africano de negra bravura
    É o mesmo tambor da Saracura
    Quilombo do samba não morre jamais
    Eu sou Vai-Vai

    Tambor africano de negra bravura
    É o mesmo tambor da Saracura
    Quilombo do samba não morre jamais
    Eu sou Vai-Vai

    Tambor africano de negra bravura
    É o mesmo tambor da Saracura
    Quilombo do samba não morre jamais
    Eu sou Vai-Vai

    Tambor africano de negra bravura
    É o mesmo tambor da Saracura
    Quilombo do samba não morre jamais
    Eu sou Vai-Vai

    Composição: Xande de Pilares, Zé Paulo Sierra, Silas Augusto, Jairo Limozine, Cláudio Russo, Bruno Giannelli, Junior Gigante, Rodrigo Peu. Essa informação está errada? Nos avise.
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