
Bolsa de Grife
Vanessa da Mata
Crítica ao consumismo e autoconhecimento em “Bolsa de Grife”
Em “Bolsa de Grife”, Vanessa da Mata faz uma crítica bem-humorada ao consumismo como tentativa de preencher vazios emocionais. No trecho “Comprei uma bolsa de grife / Mas ouçam que cara de pau. / Ela disse que ia me dar amor / Acreditei, que horror”, a artista ironiza a ideia de que objetos de luxo podem oferecer sentimentos ou resolver problemas pessoais. A letra mostra como a busca por bens materiais, como bolsas caras, é uma solução ilusória para questões como solidão e insatisfação.
A música reforça essa crítica ao mostrar que, mesmo após a compra, as sensações negativas permanecem: “Ainda tenho a angústia e a sede / A solidão, a gripe e a dor / E a sensação de muita tolice / Nas prestações que eu pago”. Aqui, Vanessa destaca que o alívio proporcionado pelo consumo é passageiro e superficial. O verso “Escrevi em meu colar / Dentro há o que procuro” sugere que a verdadeira resposta está dentro de cada um, e não em objetos externos. Ao citar também um amigo que compra um carro para “se curar do mal”, a cantora amplia a crítica para além do universo feminino, mostrando que essa ilusão do consumo afeta a todos. A sonoridade psicodélica e tropical, inspirada nos Mutantes, contribui para o tom leve e reflexivo da canção, tornando a mensagem acessível e próxima do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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