
Viagem
Vanessa da Mata
Relações familiares e raízes brasileiras em “Viagem”
Em “Viagem”, Vanessa da Mata explora a conexão com as raízes brasileiras ao mencionar frutos como o pequi e a manga bourbon logo no início da música. Essas referências não são apenas detalhes gastronômicos, mas evocam memórias, pertencimento e a riqueza do cerrado, reforçando a importância da cultura nacional. O cenário de "rumo a Belém" amplia esse mergulho nas tradições do Brasil, já que Belém simboliza a diversidade amazônica e uma história marcada por encontros e deslocamentos.
A letra utiliza a viagem como metáfora para as mudanças inevitáveis da vida, especialmente ligadas à maternidade e ao amadurecimento. Quando Vanessa canta “Agora que é tempo / Colher fruta madura no vento”, ela faz referência ao momento de colher os frutos das escolhas e experiências vividas. O nascimento do filho, citado na música, representa um novo ciclo e uma paisagem transformada. O trecho “Agora é tarde, não dá para adiar a viagem / João tem três anos de idade / Não quero merecer outro lugar” mostra a aceitação do presente e das responsabilidades, indicando que a jornada pessoal não pode ser pausada. No final, ao dizer “Volto quem sabe um dia / Porque os trilhos já tiraram do chão”, a artista reforça que a vida segue em frente, e que cada fase, mesmo com despedidas e mudanças, tem seu valor e propósito, como ela mesma destacou ao comentar sobre o desejo de aprofundar a narrativa da canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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