
Ninguém É Igual a Ninguém (Desilusão)
Vanessa da Mata
Crítica à superficialidade em “Ninguém É Igual a Ninguém (Desilusão)”
Em “Ninguém É Igual a Ninguém (Desilusão)”, Vanessa da Mata faz uma crítica direta à superficialidade das relações atuais. O termo “fast-fode”, um trocadilho entre “fast-food” e a gíria sexual “fode”, destaca como os relacionamentos se tornaram rápidos e descartáveis, priorizando o prazer imediato em vez de conexões verdadeiras. A letra reforça essa ideia ao citar “o marketing da aparência superficial”, questionando a sinceridade dos sentimentos e mostrando uma sociedade que valoriza mais a imagem do que a autenticidade emocional.
A desilusão amorosa aparece de forma intensa nas metáforas “montanha russa” e “fino corte sem sangue”. A “montanha russa” representa a instabilidade emocional e os altos e baixos de um relacionamento frustrado, enquanto o “fino corte sem sangue” simboliza uma dor profunda, mas silenciosa, que não é percebida pelos outros. O verso “quem mente para todos mente para si” amplia a crítica para além do amor, abordando a falta de autenticidade nas relações em geral. Apesar do tom melancólico, a música traz uma mensagem de superação: “Minha força talvez seja me lembrar que me levantei, me guiei pelo que sou”. Vanessa da Mata ressalta a importância de manter a individualidade e a autenticidade, reforçando que “ninguém é igual a ninguém” e que a verdadeira força está em valorizar a própria essência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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