
Ninguém Beija Como As Lésbicas
Velhas Virgens
Humor e crítica em “Ninguém Beija Como As Lésbicas”
A música “Ninguém Beija Como As Lésbicas”, da banda Velhas Virgens, utiliza o humor escrachado para brincar com os clichês do comportamento masculino no sexo. Logo no início, a letra expõe de forma direta e bem-humorada como muitos homens associam o beijo ao desejo imediato de avançar para o sexo, enquanto as mulheres lésbicas são retratadas como quem valoriza o beijo em si, sem pressa ou segundas intenções. O refrão repetido, “Ninguém beija como as lésbicas”, reforça essa comparação de maneira divertida.
O contexto do álbum, descrito como uma “ópera tosca” cheia de situações absurdas, potencializa o tom descontraído da faixa. A música não pretende ser um manifesto, mas sim uma sátira dos próprios comportamentos masculinos. O trecho “Eu quero olhar, eu posso olhar / Eu só quero olhar, me deixa olhar pra vocês / E se quiser nós podemos ser três” mostra o narrador masculino como voyeur, reconhecendo suas limitações e expressando até uma certa inveja da intimidade feminina. Quando a letra afirma que “o beijo pra elas não é rito de passagem / Não é preliminar, é curtição”, sugere que, para as lésbicas, o beijo é uma experiência de prazer e conexão, não apenas uma etapa para algo maior. Assim, a canção usa o humor para criticar e, ao mesmo tempo, celebrar as diferenças nas vivências afetivas e sexuais, mantendo o espírito irreverente típico das Velhas Virgens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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