
A Mulher Do Diabo
Velhas Virgens
Crítica aos padrões sociais em "A Mulher Do Diabo"
"A Mulher Do Diabo", da banda Velhas Virgens, utiliza o humor e a inversão de papéis para criticar as tentativas de controlar o comportamento do outro em relacionamentos. Na música, o diabo, tradicionalmente símbolo de rebeldia, aparece domesticado e pressionado a se encaixar em padrões sociais impostos por sua companheira. Exemplo disso está nos versos “proibiu ele até de fumar” e na exigência de um visual comportado, como “terno gravata cara lambida”. Essas situações exageradas reforçam o tom satírico e evidenciam a crítica à imposição de normas rígidas dentro das relações.
A letra também ironiza a busca por respeitabilidade, sugerindo que até o diabo poderia “se candidatar a vereador, deputado ou prefeito”, apontando para a hipocrisia presente em ambientes políticos. O refrão “Eu só não sei até quando o diabo vai agüentar” destaca a tensão entre manter a própria identidade e ceder à adaptação forçada. No final, quando “o diabo encheu o saco e mandou a mulher passear”, a música conclui de forma leve que ninguém muda ninguém à força: “A gente é o que é, quem gosta aceita o que tem”. Assim, a canção faz uma crítica bem-humorada à perda de autenticidade e ao controle excessivo nos relacionamentos, usando o diabo como metáfora para qualquer pessoa que resiste a ser moldada contra sua natureza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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