
Folhas ao vento
Vicente Celestino
Dor e redenção em "Folhas ao vento" de Vicente Celestino
Em "Folhas ao vento", Vicente Celestino utiliza a metáfora da flor para ilustrar a fragilidade do amor diante da ingratidão. Logo no início, versos como “Mui grácil e cintilante e angelical / Nasceu em seu jardim uma linda flor” mostram o surgimento de um sentimento puro e promissor, que acaba sendo destruído pela traição. A flor, símbolo desse amor, murcha diante da decepção, representando não só a perda do sentimento, mas também o impacto profundo na vida de quem foi traído.
A música adota um tom melancólico ao abordar o sofrimento causado pela desilusão. O trecho “Envelheci na lucidez da imensa provação / Num labirinto de tristeza e saudade” destaca como a dor e a saudade podem envelhecer alguém antes do tempo, transformando a vida em um ciclo de lembranças dolorosas. No final, ao reencontrar a antiga amada em situação de miséria — “Numa igrejinha, tendo ao colo os filhos seus / Pedindo uma esmola / Pelo amor de Deus!” —, a canção sugere que o sofrimento não foi exclusivo do eu lírico. Ambos foram marcados pelas consequências de suas escolhas, reforçando a ideia de que o tempo e o destino são implacáveis. "Folhas ao vento" retrata, assim, a vulnerabilidade humana diante da ingratidão e a inevitabilidade das consequências emocionais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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